domingo, 3 de abril de 2011

Um dia...


Um dia o sol brilhou mais forte do que de costume,
e flores abriram mais cedo, como quem quer dele desfrutar.
Um dia o Amor fez-se sublime, tão forte tão sincero,
e nós dois juntos, não se sabe o porque,  pudemos dele desfrutar.

Mas o tempo logo apaga,
as coisas que vem da Razão.
E a brisa leva embora,
aquilo que só parecia uma paixão.

Um dia eu falei um “Oi”, como se fosse a primeira vez,
e as palavras não mostraram, tudo o que eu queria dizer.
Mas o tempo não demora, e chega a hora de chorar,
pois a razão é só finita, e com o tempo vem clamar.

E o tempo logo apaga,
as coisas que só tem razão.
E o vento leva embora,
toda aquela emoção.

Mas um dia a gente aprende, que a razão não tem razão.
Que o sentir é quem toma conta, das coisas do coração.
E aquilo que é verdade, vem sublime despontar.
Mas apenas para aqueles que deixarem ele entrar.

E o tempo, não apaga,
aquilo que vem do sentir.
Nem o vento leva embora
Quando a gente quer ouvir.

Se um dia a razão der lugar ao coração.
O sentir é quem vai chegar e nunca mais dará lugar.
Para as coisas, que vem de dentro, não há como não brilhar.
Pois aquilo que é Divino, um dia, é claro, irá voltar.

(Alguém....07/03/11 - 11:03:07 pm)

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